
Nenhum assunto tem sido mais falado no mundo pop nesse último semestre do que a volta após quase 15 anos de uma das bandas mais influentes da história do rock. Me refiro ao The Police, trio liderado pelo carismático e rabugento Sting.
A questão que sempre é levantada quando alguma banda volta a se reunir após uma separação, de estar fazendo isso para arrecadar alguns trocados fáceis regravando clássicos ou compondo discos de inéditas, creio eu não se aplicar a volta do The Police. Além dos seus integrantes estarem bem servidos de rendimentos vindos da execução de suas músicas, todos eles tem suas atividades, ligadas ou não às artes.
Sting já deu declarações de que está fazendo isso por satisfação própria, que não queria gravar mais um álbum solo e que queria sentir de cima do palco a emoção das pessoas ao cantar suas músicas. Atribuo muita credibilidade a essas palavras pois como disse, eles realmente não precisavam fazer isso e em tempos onde pipocam bandas de qualidade duvidosa ganhando prêmios e sendo alçadas ao trono da música pop, (vide NX Zero ganhando 74839 prêmios no VMB), a reunião do trio acaba por recolocar em evidência no mainstream a boa música, que pode realmente ser chamada de vanguardista.
A presença do The Police na “pauta” atual do mundo da música é útil e providencial pois apresenta às novas gerações a oportunidade de conhecer algumas bandas que influenciaram e de certa forma moldaram os padrões da música pop, deixando involuntariamente uma estética modelo que hoje é absorvida e na maioria dos casos devolvida pelas bandas de hoje sem nada da essência que se via na “fonte” original, por assim dizer.
Conhecer o passado, as origens de tudo aquilo que admiramos hoje é essencial para desenvolvermos um senso crítico, e a ao meu ver a volta do The Police, assim como a de outras bandas importantes que se não voltaram é apenas por uma questão de tempo, é muito bem vinda, pois me traz um sentimento bom de que a música pop já foi verdadeiramente interessante e não se resumia a rapazinhos de lápis nos olhos saracoteando na TV.
A questão que sempre é levantada quando alguma banda volta a se reunir após uma separação, de estar fazendo isso para arrecadar alguns trocados fáceis regravando clássicos ou compondo discos de inéditas, creio eu não se aplicar a volta do The Police. Além dos seus integrantes estarem bem servidos de rendimentos vindos da execução de suas músicas, todos eles tem suas atividades, ligadas ou não às artes.
Sting já deu declarações de que está fazendo isso por satisfação própria, que não queria gravar mais um álbum solo e que queria sentir de cima do palco a emoção das pessoas ao cantar suas músicas. Atribuo muita credibilidade a essas palavras pois como disse, eles realmente não precisavam fazer isso e em tempos onde pipocam bandas de qualidade duvidosa ganhando prêmios e sendo alçadas ao trono da música pop, (vide NX Zero ganhando 74839 prêmios no VMB), a reunião do trio acaba por recolocar em evidência no mainstream a boa música, que pode realmente ser chamada de vanguardista.
A presença do The Police na “pauta” atual do mundo da música é útil e providencial pois apresenta às novas gerações a oportunidade de conhecer algumas bandas que influenciaram e de certa forma moldaram os padrões da música pop, deixando involuntariamente uma estética modelo que hoje é absorvida e na maioria dos casos devolvida pelas bandas de hoje sem nada da essência que se via na “fonte” original, por assim dizer.
Conhecer o passado, as origens de tudo aquilo que admiramos hoje é essencial para desenvolvermos um senso crítico, e a ao meu ver a volta do The Police, assim como a de outras bandas importantes que se não voltaram é apenas por uma questão de tempo, é muito bem vinda, pois me traz um sentimento bom de que a música pop já foi verdadeiramente interessante e não se resumia a rapazinhos de lápis nos olhos saracoteando na TV.